O que precisa saber para encontrar um COACH corporativo?

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO COACH CORPORATIVO

Coach corporativo é aquele que trabalha no desenvolvimento da organização. Isto inclui a empresa (Coaching de Negócios – estratégia, gestão, valores, missão, identidade, finanças, governança…), as equipes ( Coaching de Equipes – como fazer para que a equipe produza o melhor da sua meta com o melhor relacionamento colaborativo) e desenvolver as lideranças ( Coaching Executivo – para que seja o melhor executivo que possa ser). Em todos estes aspectos, é da mais alta relevância que o Coach tenha pelo menos as quatro características, as quais são inegociáveis:

1. Ampla experiência e conhecimento em gestão empresarial e liderança. O Coach deve ter vivido numa corporação, para poder falar e entender da linguagem corporativa e visualizar a situação trazida pelo coachee, aquele que recebe o processo de coaching. Considerando que o CEO tem ampla visão da organização e das pessoas e que, pelas pesquisas feitas pela Harvard University, a maioria foi originada da área financeira – o CFO. Ou seja, os financeiros tem a visão da organização.

2. Conhecimento e experiência na ciência do comportamento. neste caso pode ser um psicólogo ou um terapeuta com formação profissional em escolas amplamente reconhecida. Traz mais handcap aquele que tiver tido experiência com atendimento clinico. é impossível ser coach se não souber sobre comportamento humano.

3. Ética, ter tido durante a vida um comportamento ético e ser ético na relação com os coachees ou com a empresa. Aceitar e usar os princípios éticos da psicologia bem como das Instituições internacionais de coaching, principalmente da International Coaching Federation.

4. Certificação em Coachng – ter investido numa escola de reconhecimento internacional como também se manter atualizado, educação continuada, com as praticas de coaching. Além disso, comprovação que tem pratica de que também passou por processo de coaching executivo.

O que você precisa saber para achar um COACH corporativo

Coach corporativo é aquele que trabalha no desenvolvimento da organização. Isto inclui a empresa (Coaching de Negócios – estratégia, gestão, valores, missão, identidade, finanças, governança…), as equipes ( Coaching de Equipes – como fazer para que a equipe produza o melhor da sua meta com o melhor relacionamento colaborativo) e desenvolver as lideranças ( Coaching Executivo – para que seja o melhor executivo que possa ser). Em todos estes aspectos, é da mais alta relevância que o Coach tenha pelo menos as quatro características, as quais são inegociáveis:

1. Ampla experiência e conhecimento em gestão empresarial e liderança. O Coach deve ter vivido numa corporação, para poder falar e entender da linguagem corporativa e visualizar a situação trazida pelo coachee, aquele que recebe o processo de coaching. Considerando que o CEO tem ampla visão da organização e das pessoas e que, pelas pesquisas feitas pela Harvard University, a maioria foi originada da área financeira – o CFO. Ou seja, os financeiros tem a visão da organização.

2. Conhecimento e experiência na ciência do comportamento. neste caso pode ser um psicólogo ou um terapeuta com formação profissional em escolas amplamente reconhecida. Traz mais handcap aquele que tiver tido experiência com atendimento clinico. é impossível ser coach se não souber sobre comportamento humano.

3. Ética, ter tido durante a vida um comportamento ético e ser ético na relação com os coachees ou com a empresa. Aceitar e usar os princípios éticos da psicologia bem como das Instituições internacionais de coaching, principalmente da International Coaching Federation.

4. Certificação em Coachng – ter investido numa escola de reconhecimento internacional como também se manter atualizado, educação continuada, com as praticas de coaching. Além disso, comprovação que tem pratica de que também passou por processo de coaching executivo.

MUDANÇA COMPORTAMENTAL E MELHORIA DE RESULTADOS

Tanto as empresas como nós, estamos, a cada instante, num determinado ponto da estrada da vida profissional, pessoal ou familiar. Todos querem crescer, melhorar. Queremos sair de um ponto da estrada para outro melhor ou mais alto na escalada pessoal ou empresarial. É uma transformação, fechamos um gap entre um ponto e outro.

Sabemos que se estamos num determinado ponto, consciente, é por que tomamos atitudes, reagimos aos desafios e adversidades de uma maneira que foi nos levando ate onde estamos. Se continuarmos agindo do mesmo modo, nos manteremos no mesmo “lugar”, mesmo sabendo que tudo muda o tempo todo. Se queremos mudar, sair de uma situação/ponto – emocional ou física, é preciso que atuemos de forma diferente. Os comportamentos adotados, que nos levaram ao ponto que estamos, devem ser modificados para que os resultados sejam diferentes e venhamos atingir novos pontos da vida/metas. Obstáculos, internos ou externos, devem ser compreendidos e superados. Isto vale para empresas e pessoas. Na realidade, vale para as pessoas.

As empresas são feitas por pessoas, pela somatória dos comportamentos dos colaboradores na interação com parceiros, clientes, adversidades, stakeholders etc. Todo o comportamento gera uma ação cujos efeitos implicarão imediatamente no lucro e no caixa da organização. Se as atitudes não forem focadas nas metas da estratégia, formula feita para gerar sucesso, se não estiverem de forma coerente, quanto a valores, na mente do colaborador, executivo, líder etc, por certo não trarão melhores resultados.

Se não estamos, empresas ou pessoas, no ponto que queremos, é preciso mudar para acertar. A mudança é comportamental. É nesta mudança que ajudamos você a realizar e chegar. No fundo, queremos ver você feliz, por que merece. Estando feliz, melhores resultados virão.

Empresa familiar: patrimônio, gestão e a família – como obter o equilíbrio

Não há empresa que que não necessite de ajustes na gestão, na forma de conduzir os negócios. Se perguntar a um empresário o que precisa mudar na empresa, o que não está indo bem e o que funciona a contento, saberá dizer. A depender do tamanho do ego, é possível que “segure” o que precisa mudar. Isso seria reconhecer falha na sua gestão, que nem sempre é aceitável, se for um líder arrogante. Falhas, erros, desafios nao alcançados são pontos de aprendizados, se souberem aproveitar a oportunidade.

Na empresa familiar, é possível que cenários de desavenças e instabilidade aconteçam. É importante dividir a função do proprietário, da família e do gestor da empresa. Fundamental ter acordo que disciplina que regule o relacionamento da família com o negócio Nem sempre o Fundador consegue manter a gestão da empresa com elevada performance. Com o tempo deve diminuir a capacidade de gestão, trazendo resultados menores que os esperados e redução na capacidade de gerar crescimento e harmonia.

Algumas empresas familiares decidem profissionalizar a gestão, o que nao significa diretamente, retirar das posições de liderança ou gestão, executivos que tenham relações familiares. Profissionalizar significa colocar nas posições de liderança as melhores pessoas que o mercado disponibilize, que pode ser até um parente, desde que tenha competência técnica e emocional.

Antes que esta situação aconteça num nível mais profundo, recomendamos passar por uma reestruturação organizacional e financeira, com as mudanças forem necessárias, incluindo desenvolvimento de competências de líderes e preparação de sucessores.

Como instrumento de gestão indicamos caminhar para a implantação das boas práticas de gestão da governança corporative. São recomendações para a gestão que uma organização empresarial deve seguir, de acordo com sua cultura, foco e realidade. Traz inúmeros benefícios, como uma melhor percepção do Mercado, desde a obtenção de maiores linhas de financiamento e novos sócios para futuros investimentos.

Segundo o IBGC, a governança corporativa “[...] é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle”. Baseia-se em quarto princípios básicos:

  1. (i) princípio da transparência, que está no desejo de disponibilizar informações que sejam do interesse da empresa e não apenas aquelas impostas por lei;
  2. (ii) princípio da equidade, que está caracterizado no tratamento justo de todos os sócios e demais partes interessadas;
  3. (iii) princípio da prestação de contas (accountability), que está contido no dever dos agentes de prestar contas de sua atuação; e
  4. (iv) princípio da responsabilidade corporativa, que dispõe que os agentes devem zelar pela sustentabilidade das organizações, visando à sua longevidade.